Transformações institucionais: um estudo sobre os novos arranjos familiares

Autores

  • Marina Rocha Zani Universidade Estadual de Londrina
  • Sonia Regina Vargas Mansano Universidade Estadual de Londrina - UEL

DOI:

https://doi.org/10.5433/1679-0383.2017v38n1p21

Palavras-chave:

Família, Instituições, Afetos.

Resumo

As instituições sociais são tão antigas que sua origem nem sequer pode ser facilmente demarcada. Elas são formadoras de normas e valores que organizam a convivência social e participam da produção de modos de vida historicamente compartilhados. Tais normas podem ser transmitidas na forma de leis ou pela convivência cotidiana. A família é uma das mais antigas instituições sociais e também uma das que mais sofre modificações na atualidade. Esta pesquisa teórica tem por objetivo analisar a instituição familiar a partir de uma perspectiva histórica, buscando compreender os efeitos sociais dos arranjos familiares que ganharam mais visibilidade recentemente, bem como os afetos experimentados diante dessas novas composições. Como resultado parcial, pode-se perceber que apesar de os arranjos familiares emergentes serem variados e disseminados no social, eles ainda encontram resistência em relação ao padrão hegemônico burguês que configura o imaginário social. A conclusão parcial deste estudo mostra que as famílias atuais encontram-se diante do desafio político de inventar e sustentar outras maneiras de conviver tanto entre seus membros quanto em relação à sociedade, ainda bastante referida ao modelo nuclear tradicional.

Biografia do Autor

Marina Rocha Zani, Universidade Estadual de Londrina

Discente do Curso de Psicologia da Universidade Estadual de Londrina.

Sonia Regina Vargas Mansano, Universidade Estadual de Londrina - UEL

Docente do Programa de Pós-Graduação em Administração e do Departamento de Psicologia Social e Institucional da Universidade Estadual de Londrina. Doutora em Psicologia Clínica pela PUC/SP

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Publicado

21.09.2017

Como Citar

ZANI, Marina Rocha; MANSANO, Sonia Regina Vargas. Transformações institucionais: um estudo sobre os novos arranjos familiares. Semina: Ciências Sociais e Humanas, [S. l.], v. 38, n. 1, p. 21–34, 2017. DOI: 10.5433/1679-0383.2017v38n1p21. Disponível em: https://ojs.uel.br/revistas/uel/index.php/seminasoc/article/view/26598. Acesso em: 15 jul. 2024.

Edição

Seção

Artigos Seção Livre

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