Aspectos qualitativos da silagem de capim-elefante com fubá de milho e casca de soja
DOI:
https://doi.org/10.5433/1679-0359.2012v33n3p1209Palavras-chave:
Efluentes, Estabilidade Aeróbia, Forragem, pH.Resumo
Objetivou-se com este trabalho, avaliar os efeitos do fubá de milho e da casca de soja na silagem de Pennisetum purpureum cv. Roxo Botucatu. Utilizou-se um delineamento inteiramente casualizado, em esquema de parcela subdividida, com sete tratamentos (capim-elefante puro, casca de soja (5 e 10%) e fubá de milho (5 e 10%) de forma isolada ou conjunta em mesmas proporções totalizando 5 e 10%), três tempos de abertura e três repetições. Foram utilizados silos experimentais constituídos de baldes plásticos de 20 L com tampa. Os silos foram abertos aos 7, 14 e 28 dias após a ensilagem, sendo avaliadas as perdas por efluentes, matéria seca, pH, acidez titulável e a estabilidade aeróbia da massa ensilada. A utilização de aditivos na ensilagem reduziu as perdas por efluentes. A matéria seca variou com a utilização de aditivos, obtendo valores mais elevados na silagem com 10% de casca de soja ou fubá de milho, em relação à silagem de capim-elefante puro. Os resultados de pH apresentaram interação entre os tratamentos e tempo de abertura, havendo valores desejados aos 7º dia após a ensilagem. A quebra da estabilidade aeróbia ocorreu 48h após a abertura do silo para os tratamentos contendo fubá de milho individual ou em conjunto com casca de soja para os dois níveis. A utilização de fubá de milho, seja individualmente ou em conjunto com a casca de soja, foi eficiente na melhoria do padrão fermentativo da silagem de capim elefante, entretanto, cuidados adicionais devem ser tomados quanto ao manejo pós-abertura do silo.
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