Tolerância à dessecação em sementes de Bunchosia armenica (Cav.) DC.
DOI:
https://doi.org/10.5433/1679-0359.2012v33n4p1403Palavras-chave:
Secagem, Ameixa-do-pará, Vigor, Frutífera exótica.Resumo
As sementes têm comportamentos diferenciados quanto à tolerância à perda de umidade. Com o objetivo de determinar a tolerância à dessecação em sementes de Bunchosia armenica (Cav.) DC. (ameixa-dopará) foi coletado um lote de frutos desta espécie no município de Areia-PB. Após o despolpamento manual as sementes foram expostas para a secagem, sobre papel toalha, em condições de laboratório (22 ºC e 85% UR) e casa de vegetação (24 ºC e 80% UR). Os tratamentos consistiram na amostragem para a determinação do teor de água e testes de emergência de plântulas no início do experimento e após 24, 48, 72, 96 e 120 horas. O teor de água foi avaliado pelo método da estufa a 105 ± 3º C por 24 horas utilizando-se quatro repetições de 10 sementes para cada tratamento. O teste de emergência de plântulas foi conduzido em casa de vegetação, com quatro repetições de 25 sementes. A contagem de plântulas emergidas foi realizada a cada dois dias, por um período de 35 dias e calculado o IVE, comprimento e a massa seca das plântulas. A secagem das sementes de B. armenica, em ambos os ambientes é viável por até 24 horas; Após 24 horas de secagem o teor de água das sementes é reduzido de 62,6% para 57%, sendo este considerado o nível crítico para a dessecação de sementes de ameixa-do-pará em ambos ambientes; Sementes de ameixa-do-pará são dispersas com teor de água muito elevado, e uma pequena redução neste valor compromete sua qualidade fisiológica, permitindo caracterizar as sementes desta espécie como recalcitrantes.
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