Doenças e características físico-químicas pós-colheita em pêssego 'Régis' produzido em Presidente Prudente-SP
DOI:
https://doi.org/10.5433/1679-0359.2010v31n3p627Palavras-chave:
Prunus persicae, Doenças pós-colheita, ColletotrichumResumo
A ocorrência de doenças pós-colheita em pêssegos (Prunus persicae) compromete a qualidade e a quantidade dos frutos colhidos. Neste trabalho objetivou-se caracterizar as podridões e avaliar as características físico-químicas de pêssego 'Régis', produzido em Presidente Prudente-SP. Os frutos foram individualizados e incubados em câmara úmida durante 24 h, permanecendo a 25±2 ?C e 65±5% de UR por mais seis dias. A incidência de podridões foi avaliada após dois e sete dias de armazenamento. Os frutos apresentaram, em média, firmeza de 4,50 Kgf e teores de sólidos solúveis de 11,86 Brix, acidez titulável de 0,56% de ácido cítrico e 7,08 mg de ácido ascórbico por 100 g de polpa, 24 h após a colheita. A incidência de podridões fúngicas foi de 16,6% dois dias após a colheita e 50,3% após sete dias da colheita. Infestação por moscas-das-frutas atingiu 18,1% dos frutos. Os principais patógenos encontrados foram Colletotrichum gloeosporioides (22,0%), Fusicoccum sp. (10,4%) e Rhizopus stolonifer (6,1%). As características físico-químicas estudadas não influenciaram na ocorrência das podridões. A elevada incidência de podridões constitui-se na principal causa de danos pós-colheita em pêssego 'Régis' cultivado em Presidente Prudente-SP, evidenciando a necessidade de manejo fitossanitário adequado no campo e na pós-colheita, visando à obtenção de frutos de qualidade comercial satisfatória.
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Copyright (c) 2010 Ivan Herman Fischer, Maria Cecília de Arruda, Aparecida Marques de Almeida, Sonia Maria Nalesso Marangoni Montes

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