Artéria lienal em coelhos Nova Zelândia: estudo anatômico destinado a pesquisa experimental e prática cirúrgica
DOI:
https://doi.org/10.5433/1679-0359.2011v32n2p709Palavras-chave:
Baço, Coelho, Vascularização.Resumo
Na presente pesquisa foram utilizados 30 espécimes de coelhos adultos Nova Zelândia, 13 machos e 17 fêmeas. Após fixação com solução de formaldeido a 10% e preenchimento do sistema arterial com solução de látex corado procedeu-se a dissecção para a observação da disposição das artérias lienais. A análise estatística foi realizada através teste do X2 (Qui-quadrado), ao nível de significância de 5%, para testar se a hipótese de nulidade é verdadeira para o número de ramificações principais da artéria lienal. As relações do comprimento da artéria lienal e do baço em função do comprimento rostro-sacral foram calculadas através do coeficiente de correlação "r", que pode variar entre -1 e +1, isto é, -1 £ r £ +1. A média do comprimento da artéria lienal foi de 5,96 cm. Em todos os coelhos dissecados (100%) a artéria lienal se originou diretamente da artéria celíaca como uma artéria única, emitindo diferentes ramos para o baço: um ramo em sete (23,3%) animais, dois ramos em sete (23,3%) animais, três ramos em 10 (33,3%) animais, quatro ramos em quatro (13,3%) animais e cinco ramos em dois (6,7%) animais. Do baço a artéria lienal emitiu diferentes números de ramos para a grande curvatura do estomago: um ramo em sete (23,3%) animais, dois em quatro (13,3%) animais, três em cinco (16,7%) animais, quatro em três (10%), e cinco em apenas um (3,3%) animal. Foi observada correlação positiva entre o comprimento do baço e da artéria lienal em função do comprimento rostro-sacral. O número de ramificações da artéria lienal independe do sexo do animal.
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Copyright (c) 2011 Bárbara Xavier Silva, Magno Santos Roza, Ilma Cely Amorim Ribeiro, Márcio Antonio Babinski, Marcelo Abidu Figueiredo

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