Adubação orgânica na linha de semeadura no desenvolvimento e produtividade do milho
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Palavras-chave

Zea mays
Manejo orgânico
Adubação
Massa verde.

Como Citar

Cancellier, L. L., Afférri, F. S., Adorian, G. C., Rodrigues, H. V. M., Melo, A. V. de, Pires, L. P. M., & Cancellier, E. L. (2011). Adubação orgânica na linha de semeadura no desenvolvimento e produtividade do milho. Semina: Ciências Agrárias, 32(2), 527–540. https://doi.org/10.5433/1679-0359.2011v32n2p527

Resumo

O uso combinado de fertilizantes químicos e materiais orgânicos têm sido recomendados como manejo alternativo, possibilitando a manutenção de altas produtividades com estabilidade de produção. Este trabalho teve como objetivo avaliar a influência de diferentes doses de esterco bovino aplicados na linha de semeadura, com e sem aplicação de nitrogênio em cobertura, no desenvolvimento e produtividade do milho. O experimento foi instalado no Campus experimental da UFT em Gurupi - TO, no dia seis de março de 2009. O delineamento experimental foi em blocos ao acaso em esquema fatorial 8x2, utilizando-se sete doses de esterco (0,0; 10,0; 20,0; 30,0; 40,0; 50,0 e 60,0 t ha-1) e um tratamento químico testemunha e, como segundo fator duas doses de nitrogênio em cobertura. Foram realizadas avaliações semanais de altura de plantas dos 15 aos 57 dias após a emergência. Foram avaliadas altura de plantas final, massa verde e produtividade de grãos. As maiores doses de esterco promovem aumentos significativos nas características avaliadas. O nitrogênio em cobertura promoveu aumentos nas taxas de crescimento de plantas, na produção de massa verde e altura final de plantas, mesmo com adição de adubação orgânica. A aplicação de 50 t ha-1 de esterco sem aplicação de cobertura resultou em produtividade equivalente à adubação química, enquanto com aplicação de N em cobertura a dose de esterco equivalente foi 45,4 t ha-1. Quando não se aplicou adubação nitrogenada em cobertura, a adubação química produziu massa verde e grãos equivalente as maiores doses de esterco, porém na aplicação de N em cobertura as maiores doses de esterco proporcionaram produtividades superiores a adubação química.

https://doi.org/10.5433/1679-0359.2011v32n2p527
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Copyright (c) 2011 Leandro Lopes Cancellier, Flávio Sérgio Afférri, Gentil Cavalheiro Adorian, Hugo Valério Moreira Rodrigues, Aurélio Vaz de Melo, Luiz Paulo Miranda Pires, Eduardo Lopes Cancellier

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