Prevalência da cisticercose bovina no estado do Paraná, sul do Brasil: avaliação de 26.465 bovinos inspecionados no SIF 1710
DOI:
https://doi.org/10.5433/1679-0359.2007v28n4p675Palavras-chave:
Cysticercus bovis, Cisticercose bovina, Zoonoses, Prevalência, Epidemiologia.Resumo
A cisticercose é a patologia mais encontrada na Inspeção post mortem em bovinos abatidos em estabelecimentos com Serviço de Inspeção Federal (SIF). No Brasil a média da prevalência desta parasitose é de 5%, porém, estes índices podem variar segundo a região anatômica avaliada, região geográfica ou período de realização de trabalho. Para conhecer a prevalência desta patologia em bovinos, no Estado do Paraná, foi realizada uma pesquisa durante seis meses, entre julho a dezembro de 2000, em animais procedentes de 137 municípios, que foram abatidos no Frigorífico Argus, Região Metropolitana de Curitiba. A prevalência de animais positivos encontrados com Cysticercus bovis variou de 0 a 27,27% com média de 3,83% entre os 26.465 bovinos inspecionados. Os municípios com maior número de animais abatidos tiveram prevalência aparente no lote entre 2,8 a 5%. De acordo com o sexo dos animais não foi verificada predileção ou especificidade parasitária sendo que nos machos foi encontrado o índice de 3,81% e nas fêmeas 3,93 %. Todos os cisticercos encontrados vivos passaram pelo processo de desinvaginação, coloração por carmim acético e identificação microscópica constatando que 100% eram C. bovis. As implicações epidemiológicas destes achados são discutidas no presente trabalho.
Downloads
Downloads
Publicado
Como Citar
Edição
Seção
Licença
Copyright (c) 2007 Valmir Kowaleski Souza, Maria do Carmo Pessôa-Silva, João Carlos Minozzo, Vanete Thomaz-Soccol

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution-NonCommercial 4.0 International License.
Semina: Ciências Agrárias adota para suas publicações a licença CC-BY-NC, sendo os direitos autorais do autor, em casos de republicação recomendamos aos autores a indicação de primeira publicação nesta revista.
Esta licença permite copiar e redistribuir o material em qualquer meio ou formato, remixar, transformar e desenvolver o material, desde que não seja para fins comerciais. E deve-se atribuir o devido crédito ao criador.
As opiniões emitidas pelos autores dos artigos são de sua exclusiva responsabilidade.
A revista se reserva o direito de efetuar, nos originais, alterações de ordem normativa, ortográfica e gramatical, com vistas a manter o padrão culto da língua e a credibilidade do veículo. Respeitará, no entanto, o estilo de escrever dos autores. Alterações, correções ou sugestões de ordem conceitual serão encaminhadas aos autores, quando necessário.













