Controle da brucelose bovina no Estado de Mato Grosso do Sul, Brasil, de 1998 a 2009
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Palavras-chave

Brucelose bovina
Prevalência
Fatores de risco
Vacinação
Mato Grosso do Sul
Brasil.

Como Citar

Leal Filho, J. M., Bottene, I. F. N., Monteiro, L. A. R. C., Pellegrin, A. O., Gonçalves, V. S. P., Ferreira, F., … Ferreira Neto, J. S. (2016). Controle da brucelose bovina no Estado de Mato Grosso do Sul, Brasil, de 1998 a 2009. Semina: Ciências Agrárias, 37(5Supl2), 3467–3478. https://doi.org/10.5433/1679-0359.2016v37n5Supl2p3467

Resumo

O estudo foi realizado para se verificar a eficácia do programa de vacinação contra brucelose bovina implementado pelo Mato Grosso do Sul, utilizando-se a prevalência como indicador. O Estado foi dividido em três regiões: Pantanal, Planalto Sul e Planalto Norte. Para cada região, foi amostrado um número preestabelecido de propriedades e em cada uma delas foram colhidas amostras de sangue de fêmeas com idade igual ou superior a 24 meses aleatoriamente selecionadas. Os soros dos animais foram submetidos a um protocolo de testes em série, com triagem pelo teste com Antígeno Acidificado Tamponado e confirmação pelo 2-Mercaptoetanol. Em cada propriedade foi aplicado um questionário para individualizar os fatores de riscos associados à doença. No estado, a prevalência de focos foi 30,6% [27,4; 34,0] e a de animais 7,0% [5,6; 8,7]. As prevalências de focos e de animais nas regiões foram 39,1% e 8,9% no Pantanal, 25,3% e 6,1% no Planalto Sul e 32,1% e 6,4% no Planalto Norte. A brucelose bovina no estado está associada à aquisição de reprodutores, ao tamanho do rebanho e ao tipo de exploração corte e mista. Assim, o Mato Grosso do Sul deve reavaliar seu programa de vacinação, buscando maior eficácia. Adicionalmente, o estado deve realizar um grande esforço de educação e de fiscalização para que os produtores testem os animais de reprodução para brucelose antes de introduzi-los em suas propriedades.
https://doi.org/10.5433/1679-0359.2016v37n5Supl2p3467
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