Interferência do osso esponjoso na consolidação óssea do defeito resultante da osteotomia para avanço da tuberosidade tibial em cães
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Palavras-chave

Cães. Enxerto. Ortopedia. Reparo ósseo.

Como Citar

Marques, D. R. C., Ibañez, J. F., Monteiro, J. F., Hespanha, A. C. V., Eggert, M., Becker, A., & Freitas, I. B. (2017). Interferência do osso esponjoso na consolidação óssea do defeito resultante da osteotomia para avanço da tuberosidade tibial em cães. Semina: Ciências Agrárias, 38(3), 1417–1426. https://doi.org/10.5433/1679-0359.2017v38n3p1417

Resumo

A ruptura do ligamento cruzado cranial é a principal causa de claudicação em cães. Várias técnicas cirúrgicas são utilizadas como tratamento, principalmente as osteotomias, como o avanço da tuberosidade tibial (TTA). Atualmente pesquisas estão sendo realizadas com o intuito de diminuir o tempo de consolidação óssea. O osso esponjoso é considerado enxerto ósseo padrão ouro devido seu poder osteoindutor e osteocondutor. O objetivo desse trabalho foi avaliar o tempo de consolidação óssea em cães com uso de osso esponjoso ou não em animais submetidos a cirurgia de TTA. Foram operados 19 joelhos com ruptura do ligamento cruzado cranial e ângulo platô tibial inferior a 27º, submetidos a cirurgia de avanço da tuberosidade tibial foram aleatoriamente separados em dois grupos: C (controle) e E (TTA mais osso esponjoso). A consolidação óssea foi confirmada por método visual (três observadores), sendo dois radiologistas e um ortopedista, que avaliaram radiografias seriadas dos membros operados com intervalos de 21 dias. Os grupos C e E não apresentaram diferenças estatísticas nos tempos de consolidação do defeito ósseo. Conclui-se que não houve interferência no tempo de consolidação com uso de osso esponjoso na falha da osteotomia após TTA.
https://doi.org/10.5433/1679-0359.2017v38n3p1417
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