Produção de cebolinha, solteira e consorciada com rúcula, com e sem cobertura do solo com cama-de-frango
DOI:
https://doi.org/10.5433/1679-0359.2006v27n4p505Palavras-chave:
Allium fistulosum, L. Eruca sativa Mill, Associação de culturas, Resíduo orgânico, Retorno.Resumo
Os objetivos do trabalho foram avaliar a produtividade e a renda bruta da cebolinha 'Todo Ano' e da Rúcula 'Cultivada', sob cultivo solteiro e consorciado, com-C e sem-S cobertura do solo com cama-defrango-CF. A colheita da rúcula foi aos 81 dias após a semeadura e da cebolinha aos 81, 139 e 174 dias após o plantio. A altura das cebolinhas foi influenciada pelo tipo de cultivo na primeira colheita e pela cobertura do solo nas três colheitas. As menores e maiores massas frescas médias de cebolinha obtidas na primeira (1,55 e 3,58 t ha-1) e na segunda rebrota (1,31 e 3,07 t ha-1) superaram em 355,88% e 285,29% e em 203,39% e 160,17%, respectivamente, a menor (0,34 t ha-1) e a maior produção (1,18 t ha-1) da primeira colheita. A maior altura (24,59 cm) e a maior massa fresca (11,40 t ha-1) das plantas de rúcula foram do cultivo solteiro com CCF. Ao relacionar as Razões de Área Equivalente-RAEs (1,29 e 1,71) e as rendas brutas (R$ 34.695,95 e 16.251,10) obtidas nos solos CCF e SCF, respectivamente, observou-se que a menor RAE induziu à maior renda bruta. Na cebolinha, as maiores produtividade e renda bruta foram com o cultivo solteiro em solo CCF e, para o mercado de Dourados, pode-se aproveitar a rebrota das plantas. Para rúcula, foi melhor o consórcio com a cebolinha em solo CCF.
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Copyright (c) 2006 Néstor Antonio Heredia Zárate, Maria do Carmo Vieira, João Dimas Graciano, Rosimeire Pereira Gassi, Fábio Benedito Ono, Ana Helaise Amadori

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