Seleção e avaliação da virulência de isolados de Beauveria bassiana (Bals.) Vuill. submetidos a diferentes temperaturas
DOI:
https://doi.org/10.5433/1679-0359.2011v32n3p875Palavras-chave:
Fatores abióticos, Fungos entomopatogênicos, Virulência.Resumo
O fungo entomopatogênico Beauveria bassiana (Bals.) tem sido relatado como um promissor agente de controle de insetos. É necessário investigar a atividade patogênica e também fatores como a temperatura que pode interferir no seu desenvolvimento, estabelecendo assim bases para o seu uso em programas de controle biológico. O objetivo desse trabalho foi selecionar isolados de Beauveria bassiana tolerantes a temperaturas elevadas e verificar a virulência destes antes e após a exposição às temperaturas. Realizou-se uma pré-seleção, na qual 15 isolados foram inoculados em meio completo e incubados a 30o, 35o e 40o C. Para os isolados/temperaturas onde houve crescimento, foi avaliado a germinação e unidades formadoras de colônias (UFC). Para as temperaturas de 35 e 40°C não houve desenvolvimento de nenhum isolado, sendo as melhores porcentagens de germinação e UFC obtidas com Unioeste 4, CG 26 e UEL 24 a 30°C. Estes por sua vez, foram inoculados em meio completo a 25°C e a 32°C para comparação dos parâmetros de desenvolvimento. Houve atraso na germinação a 32°C para todos os isolados já para as UFC não houve diferença entre os isolados nem entre as temperaturas com porcentagens variando de 80,1 a 90,4% de colônias formadas. Entretanto, houve redução na produção de conídios a 32°C para todos os isolados. Para o teste de virulência foi observada diminuição de 88% da mortalidade confirmada de adultos de Alphitobius diaperinus a 32°C para o isolado Unioeste 4.
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