Efeito de promotores de crescimento para suínos sobre o desempenho zootécnico, a qualidade intestinal e a eficiência da biodigestão dos dejetos
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Palavras-chave

Antimicrobiano
Dejetos
Desempenho
Simbiótico.

Como Citar

Gavioli, D. F., Oliveira, E. R. de, Silva, A. A. da, Romero, N. C., Lozano, A. P., Silva, R. A. M., … Silva, C. A. da. (2013). Efeito de promotores de crescimento para suínos sobre o desempenho zootécnico, a qualidade intestinal e a eficiência da biodigestão dos dejetos. Semina: Ciências Agrárias, 34(6Supl2), 3983–3998. https://doi.org/10.5433/1679-0359.2013v34n6Supl2p3983

Resumo

Objetivou-se avaliar em suínos em fase de crescimento e terminação os efeitos de promotores de crescimento sobre o desempenho, características de carcaça, perfil histológico intestinal, peso dos órgãos do trato digestório, e os reflexos desses tratamentos sobre os efluentes submetidos ao processo de biodigestão. Utilizaram-se 80 suínos, com peso médio inicial de 40,00 ± 1,90 kg, submetidos a quatro tratamentos, durante 61 dias, até atingirem 100,00 ± 4,50kg, correspondendo às dietas: Controle, Simbiótico; Colistina (10ppm); e Tilosina (40ppm). Constatou-se diferença na fase de crescimento, com maior consumo diário de ração para o tratamento Tilosina em relação ao tratamento Colistina. Não houve diferença para as características de carcaça, para o peso dos órgãos e para os parâmetros avaliados no processo de biodigestão dos dejetos (pH, sólidos totais, demanda química de oxigênio e demanda bioquímica de oxigênio). Quanto à morfometria intestinal, os animais do tratamento Tilosina apresentaram maior profundidade de cripta (P?0,05) no duodeno em relação aos animais dos tratamentos Controle e Simbiótico, assim como maior profundidade de cripta no jejuno (P?0,05). Houve diferença para a taxa vilosidade/cripta, com o tratamento Controle apresentando maior valor em relação aos demais tratamentos. Para o íleo, houve diferença para a profundidade de cripta dos animais do tratamento Controle em relação ao tratamento Tilosina. Apesar das diferenças observadas para as características de morfometria intestinal, não houve vantagem na utilização dos aditivos para os parâmetros de interesse zootécnico. Quanto aos efeitos sobre a fermentação dos efluentes provenientes dos animais submetidos aos tratamentos, os resultados não indicaram vantagens para nenhum aditivo.

https://doi.org/10.5433/1679-0359.2013v34n6Supl2p3983
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Copyright (c) 2013 David Fernandes Gavioli, Eduardo Raele de Oliveira, Aline Alves da Silva, Natália Ceron Romero, Arturo Pardo Lozano, Roberta Abrami Monteiro Silva, Ana Maria Bridi, Alexandre Oba, Caio Abércio da Silva

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