Germinação de sementes de Emilia coccinea (Sims) G. DON em função da luminosidade, temperatura, armazenamento e profundidade de semeadura
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Palavras-chave

Espécie daninha
Aquênios
Qualidades de luz
Emergência de plântulas.

Como Citar

Lessa, B. F. da T., Ferreira, V. M., Araújo Neto, J. C. de, & Souza, R. C. de. (2013). Germinação de sementes de Emilia coccinea (Sims) G. DON em função da luminosidade, temperatura, armazenamento e profundidade de semeadura. Semina: Ciências Agrárias, 34(6Supl1), 3193–3204. https://doi.org/10.5433/1679-0359.2013v34n6Supl1p3193

Resumo

Emilia coccinea (Sims) G. Don (Asteraceae) é uma espécie daninha bastante frequente nas lavouras brasileiras, sendo também considerada hortícula por apresentar propriedades medicinais. O estudo da sua germinação pode contribuir para o seu manejo em áreas onde é indesejada, ao tempo que pode auxiliar a sua produção em hortas medicinais. O objetivo deste trabalho foi estudar, em três ensaios, o comportamento germinativo de sementes de E. coccinea em função da luz, temperatura, armazenamento e profundidade de semeadura. No primeiro ensaio os aquênios (frutos-semente) foram submetidos a diferentes temperaturas (10, 20, 30, 40 e 20-30ºC) e qualidades de luz (branca, vermelha, vermelhodistante e escuro), no segundo, os aquênios recém-colhidos e armazenados por 3, 6, 9 e 12 meses foram submetidos às mesmas qualidades de luz citadas anteriormente e incubados à 30ºC, para o terceiro ensaio os aquênios foram semeados em substrato areia+solo em diferentes profundidades (0, 1, 2, 3 e 4 cm). O delineamento experimental em todos os ensaios foi inteiramente casualizado com quatro repetições de 50 sementes, nos quais avaliou-se a porcentagem e velocidade de germinação e emergência de plântulas. A germinação de E. coccinea é maximizada sob a temperatura constante de 30ºC ou alternada de 20-30ºC, sob a luz branca. Aos nove meses de armazenamento, os aquênios perdem completamente a fotodormência. A capacidade de emergência das plântulas é superior quando as sementes encontram-se na superfície do substrato.

https://doi.org/10.5433/1679-0359.2013v34n6Supl1p3193
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Copyright (c) 2013 Bruno França da Trindade Lessa, Vilma Marques Ferreira, João Correia de Araújo Neto, Renan Cantalice de Souza

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