Divergência genética de jaboticabeiras nativas (Plinia cauliflora) com base na qualidade dos frutos

Autores

  • Américo Wagner Júnior Universidade Tecnológica Federal do Paraná
  • Marcos Villy Paladini Universidade Tecnológica Federal do Paraná
  • Moeses Andrigo Danner Universidade Tecnológica Federal do Paraná
  • Juliana Cristina Radaelli Universidade Tecnológica Federal do Paraná
  • Gisely Corrêa de Moura Universidade Tecnológica Federal do Paraná
  • Carlos Kosera Neto Universidade Tecnológica Federal do Paraná

DOI:

https://doi.org/10.5433/1679-0359.2018v39n6p2409

Palavras-chave:

Myrtaceae, Análise multivariada, Melhoramento genético, Diversidade genética.

Resumo

A jaboticabeira é espécie frutífera nacionalmente conhecida e, com ampla aceitação comercial, contudo, o que se observa é ampla erosão genética ocorrida pela ação antrópica em seus habitats. Desta forma, o objetivo deste trabalho foi estimar a divergência genética entre plantas de jaboticabeiras nativas, com bases em características físicos e químicos dos frutos, como ferramenta complementar para identificar genótipos superiores para seleção como futuro cultivar ou genitor masculino. Para tal, foram analisadas 15 variáveis ligadas às características físico-químico e bioquímicas que os frutos colhidos apresentaram em dois ciclos produtivos. Como critério de pré-seleção foi adotada a escolha de 20% dos genótipos que apresentaram a maior frequência de superioridade nas características avaliadas e por meio da divergência genética selecionar possíveis genitores com suas respectivas hibridações controladas. A característica que mais contribuiu para a divergência genética foi o diâmetro equatorial explicando grande parte da variação total, sendo assim o componente de maior importância. Houve diferenças entre as populações agrupadas pelo método de Tocher com os obtidos com o dendograma pelo método de agrupamento do vizinho mais próximo em relação aos grupos de plantas de jaboticabeira. Existe variabilidade genética entre as plantas de jaboticabeira analisadas e, dessa forma recomenda-se a realização de hibridação entre os genótipos 79 e 119 e, 96 com 148.

Biografia do Autor

Américo Wagner Júnior, Universidade Tecnológica Federal do Paraná

Dr. em Agronomia. Engº Agrº, Universidade Tecnológica Federal do Paraná, UFPR, Câmpus Dois Vizinhos, PR, Brasil. Bolsista Produtividade CNPq.

Marcos Villy Paladini, Universidade Tecnológica Federal do Paraná

Discente de Doutorado em Agronomia, Engº Agrº, UTFPR, Câmpus Pato Branco, PR, Brasil.

Moeses Andrigo Danner, Universidade Tecnológica Federal do Paraná

Dr. em Agronomia, Engº Agrº, UTFPR, Câmpus Pato Branco, PR, Brasil. Bolsa de Produtividde CNPq.

Juliana Cristina Radaelli, Universidade Tecnológica Federal do Paraná

Discente de Doutorado em Agronomia, Engº Agrº, UTFPR, Câmpus Pato Branco, PR, Brasil.

Gisely Corrêa de Moura, Universidade Tecnológica Federal do Paraná

Pós-Doutoranda, Engº Agrº, UTFPR, Câmpus Pato Branco, PR, Brasil.

Carlos Kosera Neto, Universidade Tecnológica Federal do Paraná

Discente de Doutorado em Agronomia, Engº Agrº, UTFPR, Câmpus Pato Branco, PR, Brasil.

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Publicado

2018-11-30

Como Citar

Wagner Júnior, A., Paladini, M. V., Danner, M. A., Radaelli, J. C., Moura, G. C. de, & Kosera Neto, C. (2018). Divergência genética de jaboticabeiras nativas (Plinia cauliflora) com base na qualidade dos frutos. Semina: Ciências Agrárias, 39(6), 2409–2424. https://doi.org/10.5433/1679-0359.2018v39n6p2409

Edição

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