A violência simbólica no contexto das instituições arquivísticas

Autores

DOI:

https://doi.org/10.5433/1981-8920.2026v31n2p112

Palavras-chave:

Arquivos públicos, Lei de Acesso à informação, Violência simbólica informacional, Arquivo Público de Uberlândia

Resumo

Objetivo: O objetivo geral desta pesquisa é examinar em que medida as práticas de acesso à informação em Uberlândia atendem à Lei de Acesso à Informação e se configuram como potenciais formas de violência. Tal objetivo se desdobra especificamente em: (1) explicitar se o município executa ações transparência ativa, bem como, (2) investigar se o acesso aos documentos e informações arquivísticas podem ser realizados de forma prática e desburocratizada.
Metodologia: Esta pesquisa caracteriza-se como aplicada, exploratória e descritiva, com abordagem qualitativa. Este contexto de investigação requereu procedimentos metodológicos de viés bibliográfico e documental. Dessa maneira, analisamos contribuições teóricas transdisciplinares e a produção documental sobre o tema, com consulta a artigos, livros e trabalhos acadêmicos que abordassem o acesso à informação, a gestão documental e a violência simbólica. E, por fim, uma análise e interpretação de dados, por meio do estudo detalhado do marco empírico, com foco na identificação de possíveis práticas que caracterizem a violência simbólica pela falta de acesso à informação no âmbito do Arquivo público de Uberlândia.
Resultados: A percepção analítica mostra que se os aspectos levantados, se trabalhados pelo município, apresentam potencial para otimizar a gestão de documentos no âmbito da estrutura municipal e garantir ferramentas mais amplas e adaptadas às necessidades da população.
Conclusões: A partir dos achados desta pesquisa, sugere-se a realização de novos estudos que aprofundem a análise das práticas de gestão documental em outros municípios, permitindo comparações e a identificação de boas práticas.

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Biografia do Autor

Raphael Bahia do Carmo, Universidade Estadual Paulista - UNESP

Doutorando em Ciência da Informação pela Universidade Estadual Paulista (UNESP/Marília). Arquivista do Centro de Documentação e Pesquisa em História (CDHIS) na Universidade Federal de Uberlândia (UFU). Uberlândia, Brasil.

Jayron Viana dos Santos, Universidade Estadual Paulista - UNESP

Mestrando em Ciência da Informação pela Universidade Estadual Paulista (UNESP/Marília). Docente do curso de Biblioteconomia da Universidade Estadual do Piauí (UESPI). Teresina, Brasil

Deise Maria Antônio Sabbag, Universidade Estadual Paulista - UNESP

Doutora em Ciência da Informação pela Universidade Estadual Paulista (UNESP/Marília). Docente da Universidade de São Paulo  (USP)e docente na Pós-Graduação do Programa de Ciência da Informação da Universidade Estadual Paulista (UNESP/Marília). Ribeirão Preto, Brasil.

 

Sônia Troitiño, Universidade Estadual Paulista - UNESP

Doutora em História Social pela Universidade de São Paulo (USP). Docente do Departamento de Ciências da Informação e docente permanente no Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação da Universidade Estadual Paulista (UNESP). São Paulo, Brasil.

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Publicado

2026-08-21

Como Citar

Carmo, R. B. do, Santos, J. V. dos, Sabbag, D. M. A., & Troitiño, S. (2026). A violência simbólica no contexto das instituições arquivísticas. Informação & Informação, 31(2), 112–135. https://doi.org/10.5433/1981-8920.2026v31n2p112