Violencia simbólica en el contexto de las instituciones archivísticas
DOI:
https://doi.org/10.5433/1981-8920.2026v31n2p112Palabras clave:
Archivos públicos, Ley de acceso a la información, Violencia simbólica informacional, Archivo Público de UberlândiaResumen
Objetivo: El objetivo general de esta investigación es examinar en qué medida las prácticas de acceso a la información en Uberlândia cumplen con la Ley de Acceso a la Información y si constituyen formas potenciales de violencia. Dicho objetivo se desglosa específicamente en: (1) determinar si el municipio lleva a cabo acciones de transparencia activa, así como (2) investigar si el acceso a los documentos y a la información archivística puede realizarse de manera práctica y sin burocracia.
Metodología: Esta investigación se caracteriza por ser aplicada, exploratoria y descriptiva, con un enfoque cualitativo. Este contexto de investigación requirió procedimientos metodológicos de carácter bibliográfico y documental. De esta manera, analizamos contribuciones teóricas transdisciplinarias y la producción documental sobre el tema, consultando artículos, libros y trabajos académicos que abordaran el acceso a la información, la gestión documental y la violencia simbólica. Y, por último, un análisis e interpretación de los datos, mediante el estudio detallado del marco empírico, con un enfoque en la identificación de posibles prácticas que caractericen la violencia simbólica por la falta de acceso a la información en el ámbito del Archivo Público de Uberlândia.
Resultados: La percepción analítica muestra que los aspectos planteados, si son abordados por el municipio, tienen el potencial de optimizar la gestión de documentos en el ámbito de la estructura municipal y garantizar herramientas más amplias y adaptadas a las necesidades de la población.
Conclusiones: A partir de los hallazgos de esta investigación, se sugiere la realización de nuevos estudios que profundicen en el análisis de las prácticas de gestión documental en otros municipios, permitiendo comparaciones y la identificación de buenas prácticas.
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