Criminalidad y crimen organizado desde la perspectiva de la Ciencia de la Información

un análisis sobre las fuentes de datos utilizadas

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.5433/1981-8920.2026v31n1p68

Palabras clave:

Fuentes de datos, Investigación científica, Crimen y Crimen organizado, Ciencias de la información

Resumen

Introducción: Este artículo investiga el uso de fuentes de datos en el estudio científico del crimen organizado. Se analizan fuentes directas (entrevistas y colaboraciones premiadas) e indirectas (escuchas telefónicas y dispositivos electrónicos incautados), destacando los desafíos metodológicos y éticos derivados del carácter hermético y adaptable de estas organizaciones. El estudio enfatiza la importancia de la triangulación de métodos y el respeto a las normas éticas, especialmente al tratar con datos sensibles y humanos.
Metodología: Se trata de una investigación cualitativa, documental y exploratoria.
Resultados: A través del análisis realizado, se verificó la existencia de fuentes primarias y secundarias de información que involucran al crimen organizado, señalando algunos riesgos del uso de fuentes primarias, así como puntos positivos y negativos del uso de cada una, direccionando hacia un enfoque mixto, al momento de trabajar con la temática.
Conclusiones: La complejidad del fenómeno requiere de múltiples fuentes y enfoques, siendo la información un recurso central tanto para la práctica criminal como para su investigación, fortaleciendo la articulación entre ciencia, ética y políticas públicas.

Descargas

Los datos de descargas todavía no están disponibles.

Biografía del autor/a

Felipe Rhenius Nitzke, Universidad Federal de Santa Catarina

Candidato a doctorado en Ciencias de la Información en la Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).  Profesor del Programa de Especialización en Políticas y Acciones de Inteligencia para la Lucha contra el Crimen Organizado en la Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Porto Alegre, Brasil. 

Ana Clara Cândido, Universidad Federal de Santa Catarina

Doctora en Evaluación de Tecnologías por la Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa (FCT-UNL). Profesor adjunto en el Departamento de Ciencias de la Información y en el Programa de Posgrado en Ciencias de la Información de la Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Florianópolis, Brasil. 

Citas

ABREU, Allan de. A Escolinha de Tony & Juca Bala. Revista Piauí, São Paulo, e. 147, dez. 2018. Disponível em: https://piaui.folha.uol.com.br/materia/escolinha-de-tony-juca-bala/. Acesso em: 9 ago. 2024.

AGRESTE, Santa et al. Network structure and resilience of Mafia syndicates. Information Sciences, [S.l.], v. 351, p. 30-47, 2016. Disponível em: https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0020025516300925. Acesso em: 9 ago. 2024.

ALBANESE, Jay S.; DAS, Dilip K.; VERMA, Arvind. Organized Crime: World Perspectives. New Jersey: Prentice Hall, 2003.

ALVES, Fernanda Maria Melo; SANTOS, Bruno Almeida dos. Fontes e recursos de informação tradicionais e digitais: propostas internacionais de classificação. Biblios: Revista Brasileira de Biblioteconomia e Documentação, São Paulo, v. 72, 2018. Disponível em: http://www.scielo.org.pe/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1562-47302018000300003. Acesso em: 15 abr. 2025.

ARAUJO, Nelma Camêlo; FACHIN, Juliana. Evolução das fontes de informação. Biblos: Revista do Instituto de Ciências Humanas e da Informação, Rio Grande, v. 29, n. 1, p. 81–96, 2015. Disponível em: https://periodicos.furg.br/biblos/article/view/5463. Acesso em: 15 abr. 2025.

BOISOT, Max H. Competitive advantage in the information economy. Oxford; New York: Oxford University Press, 1988.

BRASIL. Lei Complementar nº 105, de 10 de janeiro de 2001. Dispõe sobre o sigilo das operações de instituições financeiras e dá outras providências. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/lcp/lcp105.htm. Acesso em: 22 jul. 2024.

BRASIL. Lei nº 12.850, de 2 de agosto de 2013. Define organização criminosa e dispõe sobre a investigação criminal, os meios de obtenção da prova, infrações penais correlatas e o procedimento criminal; altera o Decreto-Lei nº 2.848, de 7 de dezembro de 1940 (Código Penal); revoga a Lei nº 9.034, de 3 de maio de 1995; e dá outras providências. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2013/lei/l12850.htm. Acesso em: 22 jul. 2024.

BRASIL. Lei nº 9.296, de 24 de julho de 1996. Regulamenta o inciso XII, parte final, do art. 5º da Constituição Federal. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9296.htm. Acesso em: 22 jul. 2024.

BRASIL. Ministério da Saúde. Conselho Nacional de Saúde. Resolução nº 510, de 7 de abril de 2016. Dispõe sobre as normas aplicáveis a pesquisas em Ciências Humanas e Sociais. Disponível em: https://cep.paginas.ufsc.br/files/2016/06/Reso510.pdf. Acesso em: 20 jul. 2024.

BRASIL. Tribunal Regional Federal da 4ª Região. Habeas Corpus nº 5008166-83.2020.4.04.0000/SC. 7ª Turma. Relatora Desembargadora Cláudia Cristina Cristofani, 5 mar. 2020. Disponível em: https://consulta.trf4.jus.br/trf4/controlador.php?acao=consulta_processual_resultado_pesquisa&txtValor=50081668320204040000&selOrigem=TRF&chkMostrarBaixados=&todasfases=&selForma=NU&todaspartes=&txtChave=&numPagina=1. Acesso em: 9 ago. 2024.

CAPURRO, Rafael. Ética intercultural de la información. In: GOMES, Henriette Ferreira; BOTTENTUIT, Aldinar Martins; OLIVEIRA, Maria Odaisa Espinheiro de. (Org.). A ética na sociedade, na área da informação e da atuação profissional: o olhar da Filosofia, da Sociologia, da Ciência da Informação e da formação e do exercício profissional do bibliotecário no Brasil. Brasília, DF: Conselho Federal de Biblioteconomia, 2009. p. 43-64. Disponível em: http://www.cfb.org.br/popup/a_etica.pdf. Acesso em: 24 abr. 2025.

CUNHA, Murilo Bastos da. Para saber mais: fontes de informação em ciência e tecnologia. Brasília: Briquet de Lemos, 2001.

CUNHA, Murilo Bastos da; CAVALCANTI, Cordélia R. O. Dicionário de Biblioteconomia e Arquivologia. Brasília: Briquet de Lemos, 2008.

DAVENPORT, Thomas H.; PRUSAK, Laurence. Conhecimento empresarial: como as organizações gerencial o seu capital intelectual. Rio de Janeiro: Campus, 1998.

DELEUZE, Gilles; GUATTARI, Félix. O que é a Filosofia? São Paulo: Editora 34, 2010.

ESTADO DE MINAS GERAIS. Secretaria de Estado de Administração Prisional. Assessoria de Informação e Inteligência. Glossário de palavras e expressões utilizadas pelo Primeiro Comando da Capital. Belo Horizonte: 2019.

ESTADO DE SÃO PAULO. Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo. Ação Penal nº 0002335-23.2020.8.26.0541. 1ª Vara da Comarca de Santa Fé do Sul. Juiz de Direito José Gilberto Alves Braga Júnior, 14 de junho de 2022. Disponível em: https://abrir.link/vMpHB. Acesso em: 9 ago. 2024.

FOUCAULT, Michel. A Arqueologia do Saber. Rio de Janeiro: Editora Forense Universitária, 2008.

GOUVEIA, Lúcio Grassi de. Processo, dialética e fundamentação adequada: um olhar sobre os avanços que a concepção retórica do direito trouxe para nossa teoria geral do processo. REDES – Revista eletrônica Direito e Sociedade, Canoas, v. 4, n. 2, p. 203-234, nov. 2016. Disponível em: https://revistas.unilasalle.edu.br/index.php/redes/article/view/2318-8081.16.32/pdf&ved=2ahUKEwirup2uyL-HAxVlpZUCHfRHAggQFnoECBoQAQ&usg=AOvVaw1X36wmrjkY-VB9cD4v6AwR. Acesso em: 24 jul. 2024.

JESUS, Elizabeth Maria Freire. Internacionalização da Ciência: panorama das discussões em torno da ética e integridade da pesquisa. In: GOMEZ, Maria Nelida Gonzales de; CIANCONI, Regina de Barros (Org.). Ética da Informação: Perspectivas e desafios. Rio de Janeiro: Garamond, 2017.

LECARDELLI, Jane; MONTEIRO, Gabriela; LUCAS, Elaine Rosangela de Oliveira. Gestão de dados científicos no contexto dos paradigmas de Capurro: algumas reflexões. Revista Brasileira de Biblioteconomia e Documentação, v. 15, n. 3, p. 3–20, set./dez. 2019. Disponível em: https://rbbd.febab.org.br/rbbd/article/view/1284. Acesso em: 11 mar. 2026.

MOURA, Isabella Mayer de. Anom: Como o FBI prendeu mais de 800 criminosos usando um aplicativo de mensagem. Gazeta do Povo, Curitiba, 8 jun. 2021. Disponível em: https://www.gazetadopovo.com.br/mundo/anom-como-o-fbi-prendeu-mais-de-800-criminosos-usando-um-aplicativo-de-mensagem/. Acesso em: 22 maio. 2024.

NIETO-GOMEZ, Rodrigo. Stigmergy at the edge: Adversarial stigmergy in the war on drugs, Cognitive Systems Research, v. 38, 2016, p. 31-40. Disponível em: https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S1389041715000352. Acesso em: 22 jul. 2024.

SCHAEFER, Gilberto José; SHIKIDA, Pery Francisco Assis. Economia do crime: elementos teóricos e evidências empíricas. Análise Econômica, Porto Alegre, v. 36, p. 195-217, set. 2001. Disponível em: https://seer.ufrgs.br/index.php/AnaliseEconomica/article/view/10682. Acesso em: 24 jul. 2024.

SHIKIDA, Pery Francisco Assis. Considerações sobre a Economia do Crime no Brasil: um sumário de 10 anos de pesquisa. Economic Analysis of Law Review, Brasília, V. 1, nº 2, p. 318-336, jul./dez. 2010. Disponível em: https://portalrevistas.ucb.br/index.php/EALR/article/view/10167/7110&ved=2ahUKEwjevtzQsL-HAxUkq5UCHZ2BCIwQFnoECBMQAQ&usg=AOvVaw3ep8rEliUPR7R4cfk07tOg. Acesso em: 24 jul. 2024.

SPARROW, Malcolm K. The application of network analysis to criminal intelligence: An assessment of the prospects. Social Networks, v. 13, n. 3, 1991. Disponível em: https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/037887339190008H. Acesso em: 9 ago. 2024.

TOPALLI, Volkan; DICKINSON, Timothy; JACQUES, Scott. Learning from Criminals: Active Offender Research for Criminology. Annual Review of Criminology, v. 3, p. 189-215. Disponível em: https://www.annualreviews.org/content/journals/10.1146/annurev-criminol-032317-092005. Acesso em: 24 jul. 2024.

UNITED STATES OF AMERICA. Federal Bureau of Investigation. FBI’s Encrypted Phone Plataform Infiltrated Hundresd of Criminal Syndicates; Result is Massive Worldwide Takedown. 8 jun. 2021. Disponível em: https://www.justice.gov/usao-sdca/pr/fbi-s-encrypted-phone-platform-infiltrated-hundreds-criminal-syndicates-result-massive. Acesso em: 22 maio. 2024.

WILSON, Thomas D. Human information behavior. Informing Science Research, [S.l.], v. 3, n. 2, p. 49-55, 2000. Disponível em: https://inform.nu/Articles/Vol3/v3n2p49-56.pdf Acesso em 22 mai 2024.

Publicado

2026-04-27

Cómo citar

Nitzke, F. R., & Cândido, A. C. (2026). Criminalidad y crimen organizado desde la perspectiva de la Ciencia de la Información: un análisis sobre las fuentes de datos utilizadas . Informação & Informação, 31(1), 68–90. https://doi.org/10.5433/1981-8920.2026v31n1p68