Criminalidad y crimen organizado desde la perspectiva de la Ciencia de la Información
un análisis sobre las fuentes de datos utilizadas
DOI:
https://doi.org/10.5433/1981-8920.2026v31n1p68Palabras clave:
Fuentes de datos, Investigación científica, Crimen y Crimen organizado, Ciencias de la informaciónResumen
Introducción: Este artículo investiga el uso de fuentes de datos en el estudio científico del crimen organizado. Se analizan fuentes directas (entrevistas y colaboraciones premiadas) e indirectas (escuchas telefónicas y dispositivos electrónicos incautados), destacando los desafíos metodológicos y éticos derivados del carácter hermético y adaptable de estas organizaciones. El estudio enfatiza la importancia de la triangulación de métodos y el respeto a las normas éticas, especialmente al tratar con datos sensibles y humanos.
Metodología: Se trata de una investigación cualitativa, documental y exploratoria.
Resultados: A través del análisis realizado, se verificó la existencia de fuentes primarias y secundarias de información que involucran al crimen organizado, señalando algunos riesgos del uso de fuentes primarias, así como puntos positivos y negativos del uso de cada una, direccionando hacia un enfoque mixto, al momento de trabajar con la temática.
Conclusiones: La complejidad del fenómeno requiere de múltiples fuentes y enfoques, siendo la información un recurso central tanto para la práctica criminal como para su investigación, fortaleciendo la articulación entre ciencia, ética y políticas públicas.
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