Arte-Diagnóstico Familiar (ADF): escucha psicoanalítica en la evaluación familiar

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.5433/2236-6407.2024.v15.53430

Palabras clave:

Familia, Terapia Familiar, Psicodiagnóstico, Dibujo

Resumen

La evaluación familiar es un diagnóstico interaccional que permite incluir diversos instrumentos, incluido técnicas proyectivas. En este estudio abordamos el uso del Arte-Diagnóstico Familiar (ADF) dentro del proceso de evaluación familiar como recurso de mediación para acceder a contenidos latentes, especialmente en familias con traumas. Estos recursos son fundamentales para favorecer la restauración de las funciones del aparato psíquico familiar, promoviendo la salud emocional. El ADF, una técnica basada en dibujos abarca aspectos subjetivos e intersubjetivos, el estilo de interacción de cada subsistema y el estilo interaccional del sistema familiar en su conjunto, lo que permite una evaluación familiar amplia. Presentamos fragmentos del período de entrevistas de una evaluación familiar realizada en una clínica-escuela. Concluimos que el reconocimiento del sufrimiento compartido mediante el ADF favorece transformar la queja inicial en una demanda compartida, así como la figuración de experiencias traumáticas, haciendo posible la función de simbolización del aparato psíquico.

Descargas

Los datos de descargas todavía no están disponibles.

Biografía del autor/a

Andrea Seixas Magalhães, Pontificia Universidad Católica de Río de Janeiro

Professora Associada do Departamento de Psicologia da PUC-Rio. Doutora em Psicologia Clínica pela PUC-Rio. Coordenadora do Laboratório de Estudos em Família e Casal da PUC-Rio. Recebe financiamento de pesquisa do CNPq e FAPERJ.

Rebeca Nonato Machado, Pontificia Universidad Católica de Río de Janeiro

Doutora em Psicologia Clínica pela PUC-Rio, Professora Adjunta do Departamento de Psicologia da PUC-Rio, Professora e Supervisora do Curso de Especialização em Psicoterapia de Família e Casal da PUC-Rio, Coordenadora do LEFaC (@lefac_puc_rio), Membro Associado da SBPRJ e da ABPCF.

Renata Machado de Mello, Pontificia Universidad Católica de Río de Janeiro

Professora Agregada da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro. Doutora em Teoria Psicanalítica pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, com período sanduíche na Université Paris Diderot. 

Terezinha F´éres-Carneiro, Pontificia Universidad Católica de Río de Janeiro

Doutora em Psicologia Clínica pela PUC-SP, Pós-Doutorado em Psicoterapia de Família e Casal pela Universidade de Paris Descartes (Paris 5), Professora Emérita e Coordenadora do Curso de Especialização em Psicoterapia de Família e Casal do Departamento de Psicologia da PUC-Rio.

Citas

Abraham, N., & Torok, M. (1995). A casca e o núcleo. Escuta.

Arzeno, M. E. G. (1995). Psicodiagnóstico clínico: novas contribuições. Artmed.

Botella, C., & Botella, S. (2003). Figurabilidade e regrediência. Revista de Psicanálise da SPPA, 10(2), 249-3.

Campos, D. M. S. (1969). O teste do desenho como instrumento de diagnóstico da personalidade, 38. ed. Vozes.

Derbal, F., Sanahuja, A., & Cuynet, P. (2024). Le traumatisme familial à travers l’épreuve projective familiale de la Maison Blessée. Psychologie clinique et projective, 36(2), 57-75. https://doi.org/10.3917/pcp.036.0057

Féres-Carneiro, T. (1996). Família: diagnóstico e terapia. 2. ed. Editora Vozes.

Féres-Carneiro, T., Magalhães, A. S., & Machado, R. N. (2019). Avaliação psicológica com famílias em condição de vulnerabilidade social. In: J. C. Borsa. (Org.). Avaliação psicológica aplicada a contextos de vulnerabilidade (pp. 147-168). Vetor.

Freud, S. (1900/2019). Obras completas volume 4: A interpretação dos sonhos (trad. Paulo César de Souza). Companhia das Letras.

Irwin E. C., & Malloy, E. S. (1975). Family puppet interview. Family Process, 14 (2), 179-191. .http://dx.doi.org/10.1111/j.1545-5300.1975.00179.x

Kaës, R. (2003). Lettre à Pierre Benghozi à propos du colloque d'Hyères sur les groupes à médiation en pratique institutionnelle. Revue de psychothérapie psychanalytique de groupe, 41(2), 13-14. https://doi.org/10.3917/rppg.041.0013

Kaës, R. (2005). Os espaços psíquicos comuns e partilhados: Transmissão e negatividade. São Paulo: Casa do Psicólogo.

Kaës, R. (2010). L’appareil psychique groupal. Dunod.

Kaës, R. (2019). Les médiations entre les espaces psychiques dans les groupes. In: A. Brun. Les médiations thérapeutiques (pp. 49-60). Éditions érès.

Kwiatkowska, H. Y. (1977) Family art therapy. Family Process, 6 (1), 37-55. http://dx.doi/10.1111/j.1545-5300.1967.00037.x

Kwiatkowska, H. Y. (1978). Family therapy and evaluation through art. Charles C Thomas.

Machado, R. N., Féres-Carneiro, T., & Magalhães, A. S. (2011). Entrevistas preliminares em psicoterapia de família: construção da demanda compartilhada. Revista Mal-estar e Subjetividade, 11(2), 669-699. https://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?pid=S1518-61482011000200009&script=sci_abstract

Machado, R. N., Mello, R. M., Magalhães, A. S., & Féres-Carneiro, T. (2025). Quando escolas encaminham famílias para a psicoterapia: do sintoma da criança à demanda familiar compartilhada. In: K. L. O. (Org.). Compendio de Psicologia e Educação (pp. 195-205). Vozes.

Mosher, L. R., & Kwiatkowska, H. Y. (1971). Familiy Art Evaluation: use in families with schizophrenic twins. The Jounal of nervous and metal diseases, 153 (3), 165-179. https://doi.org/10.1097/00005053-197109000-00002

Ocampo, M. L. S., Arzeno M. E. G., & Piccolo E. G. (2003). O processo psicodiagnóstico e as técnicas projetivas. Martins Fontes, 2003.

Rubin, J., & Magnussem, M. G. A. (1974). Family art evaluation. Family Process, 13(2), 185-200. https://doi.org/10.1111/j.1545-5300.1974.00185.x

Touson, S. (2002). El dibujo en la terapia: creación y curación. Arenales.

Winnicott, D. W. (1970/1984). Consultas terapêuticas em psiquiatria infantil. Rio de Janeiro: Imago.

Publicado

2026-04-09

Cómo citar

Seixas Magalhães, A., Nonato Machado, R., Machado de Mello, R., & F´éres-Carneiro, T. (2026). Arte-Diagnóstico Familiar (ADF): escucha psicoanalítica en la evaluación familiar . Estudos Interdisciplinares Em Psicologia, 17, 01–18. https://doi.org/10.5433/2236-6407.2024.v15.53430

Número

Sección

Artículos Originales