Científicos alemanes en la Argentina peronista. Límites y potencialidades de una política de transferencia científico-tecnológica
DOI:
https://doi.org/10.5433/1984-3356.2009v2n4p693Palavras-chave:
ciencia, tecnología, científicos alemanes, peronismo, ArgentinaResumo
El fenómeno de la captación de científicos extranjeros luego de la Segunda Guerra Mundial ocupó un lugar destacado en la política científica del gobierno peronista en Argentina, entre 1946 y 1955, que buscó aprovechar los capacitados recursos humanos alemanes para modernizar y aumentar la capacidad industrial nacional. El objetivo de este trabajo es señalar justamente cuáles fueron las potencialidades y límites de esa particular estrategia, en ese particular momento histórico. Si Werner Heisenberg y otras figuras de relieve que buscó cooptar el gobierno peronista demuestran las potencialidades implícitas en la inversión de recursos sin precedentes en esta política de desarrollo científico-tecnológico, la figura de Ronald Richter muestra los límites de la misma. Aislado de la comunidad científica que, en última instancia, es la que da y quita la categoría de científico, la actuación del físico austríaco puede ser contrastada con los análisis ya clásicos de Kuhn sobre los mecanismos que regulan la llamada "ciencia normal". A través de esta contraposición se busca ensayar una explicación sobre cómo fue posible un "fraude" de las proporciones del proyecto de fusión controlada de Richter en la Isla Huemul.
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