La "seguridad nacional" como política estatal en la Argentina de los años setenta
DOI:
https://doi.org/10.5433/1984-3356.2009v2n4p857Palavras-chave:
seguridad nacional, violencia, régimen democrático, autoritarismo, ArgentinaResumo
Este trabajo analiza una serie de políticas estatales, paraestatales e intrapartidarias de carácter represivo o de persecución política llevadas adelante por los gobiernos peronistas entre 1973 y 1976, en el período anterior a la dictadura militar que implantó el terrorismo de Estado en la Argentina. Asimismo, la observación de esas prácticas se articula con el estudio de los discursos de diversos actores del gobierno y del sistema político.
Ello permite mostrar la progresiva implantación de un discurso propio de la "seguridad nacional", es decir, basado en la idea de un enemigo subversivo, de carácter interno y ajeno al "ser nacional". El caso argentino muestra, así, que este tipo de discursos, en general, asociados a los regímenes militares del Cono Sur, también circuló y se puso en práctica en regímenes constitucionales.
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