Discursos de los organismos de inteligencia argentinos sobre el Movimiento Nacionalista Tacuara durante la Guerra Fría (1958-1966)
DOI:
https://doi.org/10.5433/1984-3356.2009v2n4p741Palavras-chave:
Argentina, Guerra Fría, organismos de inteligencia, Movimiento Nacionalista TacuaraResumo
En el marco del auge de la primera Guerra Fría y su traslado a la región, por causa de la ruptura de Washington con La Habana, se afi-nan los mecanismos de control de los organis-mos de inteligencia, principalmente, con el objetivo de sofocar posibles brotes comunistas en el país. En este contexto, el objetivo de este artículo es analizar las representaciones de la Dirección de Inteligencia de la Policía de la Provincia de Buenos Aires (DIPBA) y la Secre-taría de Inteligencia de Estado (SIDE) sobre los grupos derechistas de jóvenes nacionalistas Tacuara, surgidos en la Argentina luego de la caída del peronismo en 1955 y conocidos por sus prácticas de violencia política de corte anticomunista, antiliberal y antisemita, bajo el presupuesto de que esto da cuenta del grado de penetración de los objetivos de la Guerra Fría en las prácticas de control y seguridad y en los informes de estos organismos.
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