Sarmiento: entre Juana Manso y las maestras de los EEUU. Recuperando mensajes olvidados
DOI:
https://doi.org/10.5433/1984-3356.2009v2n3p39Palavras-chave:
Política, Pedagogía, Formación maestras, ofensiva clerical, Sarmiento, Juana MansoResumo
Elescritoproponerevisar aspectos del proyecto educativo de Sarmiento, fundante de la instrucción primaria en la República Argentina. Se trata de esbozar algunos apuntes, más allá de su propia figura, que destaquen el papel jugado -en términos de reflexión pedagógica y aún de experimentación en el aula- por Juana Manso,una de sus interlocutoras más cercanas, y por las maestras norteamericanas, convocadas para la apertura de las Escuelas Normales.
A estefin se caracterizan aspectos del escenario político en el que se inscribió el ingreso de las primeras maestras de los EEUU para la Nación argentina, aún débilmente conformada. Dentro de ese escenario se inscribe el propósito de incorporar aportes a la comprensión de la lucha por la configuración de un modelo escolar incluyente y la estrategia de matriz clerical, ilustrada en la oposición a la trayectoria de las docentes, materia del presente análisis.
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