Entre la autonomía y la subordinación: gobiernos y parlamentos en los espacios locales. El caso de la provincia argentina de Córdoba entre 1890 y 1930
DOI:
https://doi.org/10.5433/1984-3356.2009v2n3p375Palavras-chave:
autonomía, subordinación, gobierno, parlamentoResumo
Mi objetivo es contribuir, a partir del análisis de la provincia argentina de Córdoba, a la discusión sobre el grado de autonomía de los órganos legislativos respecto a los gobiernos en regímenes políticos fundados en el falseamiento electoral o en etapas de transición hacia ordenamientos más abiertos y competitivos. En función de ello, procuraré distinguir factores y circunstancias cambiantes que incidían sobre las decisiones de los representantes parlamentarios. El período que abarca la investigación incluye desde los primeros cuestionamientos de peso, a partir de la revolución de 1890, al régimen oligárquico instaurado en Argentina tras la elección presidencial de Julio A. Roca en 1880, hasta la crisis política que en 1930 puso fin a la experiencia democrática iniciada luego de la reforma electoral que, con la sanción de la denominada ley Sáenz Peña, en 1912 introdujo garantías a la competencia electoral mediante la instauración del sufragio secreto y obligatorio, y la adopción de los padrones militares como registro de votantes.
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