Arte e Saúde: Frequência de Sintomas Músculo-Esqueléticos em Músicos da Orquestra Sinfônica da Universidade Estadual de Londrina

Autores

  • Celita Salmaso Trelha Universidade Estadual de Londrina
  • Renata Pagung de Carvalho Universidade Estadual de Londrina
  • Simone Silveira Franco Universidade Estadual de Londrina
  • Tatiana Nakaoski Universidade Estadual de Londrina
  • Thayza Priscilla Broza Universidade Estadual de Londrina
  • Thiago de Lorena Fábio Universidade Estadual de Londrina
  • Thiago Zoratti Abelha Universidade Estadual de Londrina

DOI:

https://doi.org/10.5433/1679-0367.2004v25n1p65

Palavras-chave:

Saúde do trabalhador, Músico, Sintoma Músculo-esquelético.

Resumo

Este estudo teve o propósito de verificar a freqüência de sintomas músculo-esqueléticos em músicos da Orquestra Sinfônica da Universidade Estadual de Londrina. Participaram do estudo 45 músicos que responderam um questionário auto-aplicável, que trata dos seguintes aspectos: dados pessoais, atividades profissionais, sintomatologia relacionada ao trabalho, tratamento realizado e conseqüências da sintomatologia. Para a análise das variáveis, foram utilizados o Teste de qui-quadrado com correção de Yates e o Teste de Fisher. Dos 45 músicos estudados, 82,2% constituíram-se indivíduos do gênero masculino e com uma média de idade de 39,56 anos. Do total de músicos pesquisados, 77,8% relataram apresentar sintomas músculo-esqueléticos nos últimos doze meses e 71,1% nos últimos sete dias. As regiões anatômicas mais acometidas foram: ombros, coluna cervical, coluna dorsal e punhos e mãos. Verificou-se um maior predomínio de sintomatologia em músicos que tocam corda e sopro. Em decorrência da sintomatologia apresentada, 33,3% dos profissionais relataram ter perdido dias de trabalho. O presente estudo encontrou uma elevada prevalência de sintomas músculo-esqueléticos em músicos da OSUEL, com referência tanto aos últimos doze meses quanto aos últimos sete dias precedentes à auto-aplicação do questionário, principalmente na região de coluna e ombros. Esses sintomas podem estar relacionados às cargas físicas e emocionais da própria atividade profissional. Diante dos resultados encontrados, faz-se necessária a elaboração e implantação de estratégias para amenizar a carga de trabalho e evitar agravos.

 

Biografia do Autor

Celita Salmaso Trelha, Universidade Estadual de Londrina

Fisioterapeuta, Docente do Departamento de Fisioterapia da Universidade Estadual de Londrina, Mestre em Saúde Coletiva. Centro -Londrina PR.

Renata Pagung de Carvalho, Universidade Estadual de Londrina

Acadêmica do Curso de Fisioterapia da Universidade Estadual de Londrina.

 

Simone Silveira Franco, Universidade Estadual de Londrina

Acadêmica do Curso de Fisioterapia da Universidade Estadual de Londrina.

Tatiana Nakaoski, Universidade Estadual de Londrina

Acadêmica do Curso de Fisioterapia da Universidade Estadual de Londrina.

Thayza Priscilla Broza, Universidade Estadual de Londrina

 

Acadêmica do Curso de Fisioterapia da Universidade Estadual de Londrina.

 

Thiago de Lorena Fábio, Universidade Estadual de Londrina

Acadêmico do Curso de Fisioterapia da Universidade Estadual de Londrina.

Thiago Zoratti Abelha, Universidade Estadual de Londrina

 

Acadêmico do Curso de Fisioterapia da Universidade Estadual de Londrina.

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Publicado

2004-07-15

Como Citar

1.
Trelha CS, Carvalho RP de, Franco SS, Nakaoski T, Broza TP, Fábio T de L, et al. Arte e Saúde: Frequência de Sintomas Músculo-Esqueléticos em Músicos da Orquestra Sinfônica da Universidade Estadual de Londrina. Semin. Cienc. Biol. Saude [Internet]. 15º de julho de 2004 [citado 23º de junho de 2024];25(1):65-72. Disponível em: https://ojs.uel.br/revistas/uel/index.php/seminabio/article/view/3627

Edição

Seção

Artigos