Qualidade de sementes de Hancornia speciosa Gomes em função do tempo de secagem
DOI:
https://doi.org/10.5433/1679-0359.2010v31n2p343Palavras-chave:
Mangaba, Sementes recalcitrantes, Viabilidade, Frutífera nativaResumo
A mangabeira (Hancornia speciosa Gomes), da família Apocynaceae é originária do Brasil. Seus frutos são obtidos principalmente de forma extrativista e sua propagação é realizada por meio de sementes. O objetivo da pesquisa foi avaliar o efeito da secagem da semente na emergência e crescimento inicial de plântulas de H. speciosa. O trabalho foi conduzido no Laboratório de Análises de Sementes do Centro de Ciências Agrárias da Universidade Federal da Paraíba (CCA/UFPB), onde as sementes foram postas para secar sobre papel toalha em condições de laboratório pelos seguintes períodos: 0 (sem secagem), 24, 48, 72, 96, 120 e 144 horas. Determinou-se o teor de água, a porcentagem, primeira contagem e índice de velocidade de emergência, bem como o comprimento e a massa seca de plântulas. O delineamento experimental foi inteiramente ao acaso, com sete tratamentos em quatro repetições de 25 sementes. O teor de água das sementes foi reduzido de 56 para 12% após 144 horas de secagem; a emergência máxima (73%) ocorreu após 33 horas de secagem; na primeira contagem as maiores porcentagens de emergência (67%) foram obtidas após 16 horas de secagem; os maiores índices de velocidade de emergência (0,62) ocorreram após 21 horas de secagem; o comprimento da raiz reduziu linearmente ao longo da secagem, enquanto constatou-se maior comprimento da parte aérea (4,96 cm) quando as sementes foram submetidas à secagem por 57 horas. A secagem das sementes de H. speciosa é recomendada por até 48 horas.
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Copyright (c) 2010 Paulo César Gomes dos Santos, Edna Ursulino Alves, Roberta Sales Guedes, Kelina Bernardo Silva, Edson de Almeida Cardoso, Cosmo Rufino de Lima

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