Avaliação das técnicas de hematoxilina-eosina, imunofluorescência e peroxidase anti-peroxidase no diagnóstico post-mortem da toxoplasmose suína
DOI:
https://doi.org/10.5433/1679-0359.1995v16n1p107Palavras-chave:
Toxoplasmose, Histopatologia, Imunohistoquímica, Imunofluorescência, Suínos.Resumo
Seis suínos mestiços Landrace-Large White, com aproximadamente 120 dias de idade, foram inoculados, via endovenosa, com taquizoitos das cepas AS 28, LIV-IV e N de Toxoplasma gondii e analisados quanto aos aspectos clínico, sorológico, parasitológico e histopatológico. Para a avaliação das técnicas de diagnóstico post-mortem, os animais foram sacrificados e necropsiados nas fases aguda (n=3) e crônica (n=3) da infecção. Tecidos formolizados e parafinados foram submetidos às técnicas de Hematoxilina-Eosina (H.E.), Imunofluorescência Indireta (RIFI) e Peroxidase Anti-Peroxidase (PAP). A H.E. revelou-se eficiente na análise das alterações morfológicas dos diferentes tecidos, mas não se mostrou útil para detectar T. gondii. A RIFI e a PAP revelaram o parasito na intimidade dos tecidos, sendo que a última mostrou-se mais eficiente, uma vez que, além de demonstrar parasitas, permitiu a análise das alterações morfológicas dos órgãos estudados.
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Copyright (c) 1995 Neusa Maria Alves Viotti, Roberta Lemos Freire, Italmar Teodorico Navarro, Odilon Vidotto

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