Agentes fúngicos da dermatofitose em cães e gatos do município de Xanxerê, Santa Catarina
DOI:
https://doi.org/10.5433/1679-0359.2011v32n3p1095Palavras-chave:
Dermatofitose, Xanxerê, Cães e gatos.Resumo
A dermatofitose é uma das principais enfermidades tegumentares de animais de companhia, em especial cães e gatos, uma vez que seus agentes etiológicos são responsáveis por importante zoonose por vezes de difícil tratamento. A presença de fungos patogênicos na pele, associado às lesões alopécicas, de bordas delimitadas, e com prurido de discretas intensidades caracteriza a dermatofitose. Este estudo visou determinar a prevalência das espécies fúngicas envolvidas em casos de dermatofitose em animais de companhia apresentando lesões cutâneas. Foram realizados raspados cutâneos de lesões de pele de 41 (quarenta e um) cães e 7 (sete) gatos. As amostras foram remetidas ao Laboratório de Microbiologia da UNOESC - Xanxerê para eventual isolamento. Os pêlos dos animais foram submetidos ao exame direto em microscópio, para detectar a existência de possíveis alterações. Posteriormente, foi realizado o cultivo das amostras em Ágar Saboraud, contendo antibiótico. Os fungos foram identificados através da morfologia dos macroconídeos pela técnica de microcultivo. Nos cães, o exame direto indicou onze (26,8%) amostras positivas pela visualização de lesões e artroconídeos. Após o cultivo, das 41 amostras coletadas de cães, seis (14,6%) evidenciou-se crescimento de dermatófitos. Das amostras positivas, 50% (3/6) foram identificadas como Microsporum canis, 33,30% (2/6) como M. gypseum e 16,67% (1/6) como M. nanum. Nos gatos, das sete amostras submetidas ao exame direto, três (42,8%) foram consideradas positivas, contudo não foram obtidos cultivos positivos nos gatos, quando da realização do exame. A dermatofitose foi confirmada em poucos animais, mesmo quando da ocorrência de lesões bastante sugestivas.
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