Linguagem Documentária e a organização de isotopias para a Representação do Conhecimento
DOI:
https://doi.org/10.5433/1981-8920.2026v31n1p317Palavras-chave:
Organização do conhecimento, Linguagem documentária, Semiótica discursiva, IsotopiaResumo
Objetivo: analisar a importância da linguagem documentária para a organização e representação da informação presente no documento, além de refletir sobre como práticas e estratégias da semiótica, da escola francesa, podem contribuir para a compreensão das correlações semânticas estruturadas na construção do documento, denominado de isotopia.
Método: qualitativa, exploratória, houve a investigação de teorias acerca da correlação semântica na configuração do enunciado, promovendo um levantamento de informações de materiais publicados na área – periódicos, dissertações e teses – para sistematizar os conceitos inerentes à organização do conhecimento com o fito de destacar a linguagem documentária e as contribuições da terminologia, assim a organização do conhecimento e da organização da informação, ainda a análise da organização do conhecimento, além de proporcionar a análise de valências, isotopias na constituição do enunciado.
Resultados: a definição de um valor na linguagem documentária permite que a semiótica se torne operacional, já que, na ciência, esse valor é resultado de um percurso lógico de significação, portanto garantindo que a isotopia demarque, através dos objetos informacionais, veiculados por simulacros, os conceitos, por conseguinte o conhecimento.
Conclusão: a aplicação da semiótica para a validação da isotopia oferece à análise documentária a constatação de aspectos semânticos e semióticos, os quais são marcados por caráter lógico ou caráter fiduciário, evidenciando a formação lógica ou axiomática da linguagem documentária.
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