A experiência do trabalho coletivo e as transformações territoriais no assentamento São Manoel, em Anastácio/MS
DOI:
https://doi.org/10.5433/2447-1747.2002v11n2p185Palabras clave:
, Assentamento, Trabalho Coletivo, Transformações TerritoriaisResumen
Após conquistarem a posse da terra, os assentados têm duas opções: a primeira é a exploração individual da terra, em que a área é subdividida em parcelas e distribuída igualmente entre eles; a segunda é a exploração coletiva, em que não há individualização da área e nem do trabalho. Nesta última forma de exploração da terra, os resultados financeiros são distribuídos entre os membros da Associação ou Cooperativa, constituídas pelos próprios assentados. Dessa forma, as famílias do Assentamento São Manoel, em Anastácio/MS, escolheram, desde a formação do assentamento, em 1983, a forma coletiva de exploração de seus lotes, bem como a comercialização coletiva da produção. Como conseqüência dessa tomada de decisão passaram a compor a Cooperativa de Produção Agropecuária Canudos Ltda. Assim, o presente artigo é resultado de um estudo de caso sobre o trabalho coletivo nos assentamentos rurais para entender os desafios e as perspectivas que essa forma coletiva de organização e comercialização da produção vêm proporcionando para as famílias assentadas, posto que, a princípio, essas famílias, que fazem parte do MST, têm como proposta uma nova concepção de economia baseada na solidariedade e no espírito cooperativo.
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