El Reciclaje de Residuos en Brasil – distopía institucionalizada

Autores/as

Palabras clave:

Residuos sólidos urbanos (RSU), Recogida de RSU mixtos, Trabajadores de clasificación de RSU, Sostenibilidad

Resumen

La gestión de los residuos sólidos urbanos constituye uno de los principales desafíos de la sostenibilidad urbana en Brasil, ya que requiere respuestas integradas que involucren a la población, a los trabajadores del reciclaje y a los sectores público y privado. En este contexto, la Nota Técnica Conjunta n.º 1/2020/SPPI/MMA/FUNASA orienta a los municipios con hasta 250 mil habitantes a realizar la clasificación de residuos incluso cuando proceden de recolección mixta. A la luz de la Política Nacional de Residuos Sólidos, del Marco Legal del Saneamiento y de los conceptos de salud y trabajo digno, la presente nota sostiene que dicha directriz es contradictoria, al exponer a los recicladores a riesgos elevados y genera beneficios ambientales limitados. Se defiende la exclusión de esta recomendación y la adopción de un enfoque integrado basado en la separación en la fuente, la economía solidaria, la infraestructura adecuada y la educación ambiental permanente.

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Biografía del autor/a

Junio da Silva Luiz, UFPR

Doutorando em Engenharia Ambiental pela UFPR - Universidade Federal do Paraná.

Luiz Gambarotto Luiz Gambarotto, Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR)

Mestre em Engenharia Ambiental (linha de pesquisa: Saneamento Ambiental) na Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR).  Engenheiro Ambiental na CETESB – Companhia Ambiental do Estado de São Paulo.

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Publicado

2026-06-25

Cómo citar

Luiz, J. da S., & Luiz Gambarotto, L. G. (2026). El Reciclaje de Residuos en Brasil – distopía institucionalizada. Geografia (Londrina), 35(2), 233–239. Recuperado a partir de https://ojs.uel.br/revistas/uel/index.php/geografia/article/view/54580