MOBILIDADE WARAO NO BRASIL: DOS DIREITOS À NEGAÇÃO
DOI:
https://doi.org/10.5433/got.2026.v12.52728Palavras-chave:
História em quadrinhos., Povo indígena, Migração, Direito ColetivoResumo
Esta produção textual visa demonstrar por meio das histórias em quadrinhos (história do Papa-Capim que se passa na Floresta Amazônica, de direitos autorais de Maurício de Sousa), aspectos teóricos do texto de Ventura (2018) que trata da mobilidade e direitos coletivos do povo indígena Warao. Originários do Delta Orinoco, Tucupita, Venezuela, é o segundo povo indígena mais numeroso da região e tem aparecido no cenário migratório brasileiro pouco mais de uma década. Estão inseridos nos centros urbanos e adotam meios de subsistência coletiva, como resistência, não aderem ao sistema político vigente do local que migram e dotados de poder, realizam idas e vindas, conforme suas necessidades. Possuem como características o fato de pedirem dinheiro nas ruas e faróis, geralmente vestidos com suas roupas tradicionais e utilizam a sua língua materna Warao; migrantes ou refugiados, esta população tem procurado melhores condições de vida. Essa situação tem gerado grande atenção de cunho estatal, político, nacional e internacional; em razão disso continuam em constantes movimentos para países vizinhos como Brasil, Colômbia, dentre outros.
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