Estresse oxidativo em cães
DOI:
https://doi.org/10.5433/1679-0359.2016v37n3p1431Palavras-chave:
Estresse oxidativo, Lipoperoxidação, Radicais livres, Cães.Resumo
Nos processos decorrentes da respiração celular, são gerados produtos denominados espécimes reativos de oxigênio (EROS), conhecidos também como radicais livres. Em condições normais, o organismo possui capacidade de neutralizar os efeitos dos radicais livres utilizando suas defesas antioxidantes. Em situações de desequilíbrio entre agentes oxidantes e antioxidantes, a produção de radicais livres excede a capacidade orgânica de neutralização, resultando na condição conhecida como estresse oxidativo. Dentre todos os componentes celulares atingidos pelos efeitos nocivos dos EROS, as membranas celulares são as estruturas mais severamente acometidas, devido à peroxidação lipídica, que leva, invariavelmente, a alterações estruturais e também na sua permeabilidade. Na peroxidação lipídica da membrana celular, alguns subprodutos podem ser detectados e mensurados nos tecidos, sangue e outros fluidos corpóreos. A mensuração de biomarcadores de estresse oxidativo é habitualmente utilizada para quantificar a lipoperoxidação da membrana celular em humanos, espécie onde as EROS podem ser consideradas como causa ou consequência de doenças relacionadas ao estresse oxidativo. Nos cães, alguns poucos estudos demonstram essa correlação. A presente revisão tem como principal objetivo verificar na literatura, onde se encontra atualmente o conhecimento relacionando o estresse oxidativo às doenças em cães bem como as possíveis formas de detecção de biomarcadores na espécie canina.Métricas
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