O artigo analisa os vazios urbanos da Região Metropolitana de Vitória (RMGV). Mapeia a morfologia de vazios urbanos e as relações que eles têm com a renda da terra e a expansão do espaço urbano. Foi constatado que a área urbana da região é mais vazia do que edificada, 71% da área urbana delimitada pelos perímetros urbanos dos municípios que compõem a região é constituída desses vazios. Revelando que os proprietários fundiários têm um papel de primeiro plano na expansão do aglomerado urbano.