Bandeiriana para uma Escola Justa
DOI:
https://doi.org/10.5433/el.2018v21.e32329Resumen
Eu faço versos como quem luta
Por mais justiça...por igualdade...
Num tom que grite e também discuta
Que a escola é, inteira, da sociedade.
Meu livro é lousa. Voz que se estende
No quadro-folha da educação...
E a rima é ponta de giz que aprende
Que, traço a traço, nada é em vão.
E a cada estrofe em que sou docente
Te mostro o ensino que nos controla
Ao mesmo tempo em que é transcendente: -
Eu faço versos no chão de escola.
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Derechos de autor 2018 Estação Literária

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