Perfil clínico de pacientes com diagnóstico de tuberculose atendidos no Hospital Universitário de Londrina, Paraná

Autores

  • Larissa Rodrigues Bosqui Universidade Estadual de Londrina
  • Suelen Santos Silva Universidade Estadual de Londrina
  • Raquel Arruda Sanfelice Universidade Estadual de Londrina
  • Milena Mengazzo Miranda-Sapla Universidade Estadual de Londrina
  • Daniele Sapede Alvarenga Universidade Estadual de Londrina
  • Bruno Bevenuto Lucas Universidade Estadual de Londrina
  • Laís Fernanda Machado Universidade Estadual de Londrina
  • Francine Nesello Melanda Universidade Estadual de Londrina
  • Luiz Antonio Custodio Universidade Estadual de Londrina
  • Wander Rogerio Pavanelli Universidade Estadual de Londrina
  • Ivete Conchon-Costa Universidade Estadual de Londrina
  • Idessania Nazareth Costa Universidade Estadual de Londrina

DOI:

https://doi.org/10.5433/1679-0367.2017v38n1p89

Palavras-chave:

Tuberculose, Saúde pública, Epidemiologia

Resumo

O objetivo deste estudo consistiu em analisar o perfil clínico de pacientes positivos para tuberculose através de um estudo epidemiológico, descritivo e retrospectivo, com base em dados secundários contidos em prontuários dos pacientes atendidos no Hospital Universitário de Londrina compreendendo de janeiro de 2010 a dezembro de 2014. Dos prontuários disponíveis para a análise no momento de estudo 86 casos eram positivos para tuberculose, sendo a maioria do sexo masculino (65/76%) com faixa etária compreendida entre 2 e 91 anos. Os principais sinais clínicos apresentados foram tosse (50/58%), febre (45/52%) e perda de peso (34/40%). Em relação à forma clínica, 58/67% dos pacientes apresentaram a forma pulmonar, e 28/33% a forma não pulmonar. Casos positivos para tuberculose em associação com HIV/AIDS corresponderam a 32/37%. Também foram relatados hábitos prejudiciais dos pacientes nos quais 30/34% eram tabagistas, 20/23% usuários de drogas e 14/16% etilistas. Diante da escassez de dados publicados referentes à tuberculose na nossa região e sua relevância para a saúde pública, nosso estudo contribui com os aspectos epidemiológicos principalmente em relação ao elevado número de casos de coinfecção com Vírus da Imunodeficiência Humana e pacientes com evolução a óbito, auxiliando assim, o desenvolvimento e implementação de campanhas ou projetos que visem o diagnóstico e tratamento precoce.

Biografia do Autor

Larissa Rodrigues Bosqui, Universidade Estadual de Londrina

Doutoranda em Patologia Experimental pela Universidade Estadual de Londrina. Laboratório de Parasitologia Experimental, Departamento de Ciências Patológicas, Universidade Estadual de Londrina; Londrina, Paraná, Brasil.

Suelen Santos Silva, Universidade Estadual de Londrina

Doutora em Patologia Experimental pela Universidade Estadual de Londrina. Laboratório de Parasitologia Experimental, Departamento de Ciências Patológicas, Universidade Estadual de Londrina; Londrina, Paraná, Brasil.

Raquel Arruda Sanfelice, Universidade Estadual de Londrina

Mestrado em Patologia Experimental pela Universidade Estadual de Londrina. Laboratório de Parasitologia Experimental, Departamento de Ciências Patológicas,
Universidade Estadual de Londrina; Londrina, Paraná, Brasil.

Milena Mengazzo Miranda-Sapla, Universidade Estadual de Londrina

Doutoranda em Patologia Experimental pela Universidade Estadual de Londrina. Laboratório de Parasitologia Experimental, Departamento de Ciências Patológicas, Universidade Estadual de Londrina; Londrina, Paraná, Brasil.

Daniele Sapede Alvarenga, Universidade Estadual de Londrina

Doutoranda em Patologia Experimental pela Universidade Estadual de Londrina. Laboratório de Parasitologia Experimental, Departamento de Ciências Patológicas, Universidade Estadual de Londrina; Londrina, Paraná, Brasil.

Bruno Bevenuto Lucas, Universidade Estadual de Londrina

Graduando em Odontologia pela Universidade Estadual de Londrina. Laboratório de Parasitologia Experimental, Departamento de Ciências Patológicas, Universidade
Estadual de Londrina; Londrina, Paraná, Brasil.

Laís Fernanda Machado, Universidade Estadual de Londrina

Graduanda em Ciências Biológicas pela Universidade Estadual de Londrina. Laboratório de Parasitologia Experimental, Departamento de Ciências Patológicas, Universidade Estadual de Londrina; Londrina, Paraná, Brasil

Francine Nesello Melanda, Universidade Estadual de Londrina

Doutoranda em Saúde Coletiva pela Universidade Estadual de Londrina. Laboratório de Parasitologia Experimental, Departamento de Ciências Patológicas, Universidade Estadual de Londrina; Londrina, Paraná, Brasil.

Luiz Antonio Custodio, Universidade Estadual de Londrina

Doutorado em Patologia Experimental pela Universidade Estadual de Londrina. Ambulatório de Especialidades do Hospital Universitário de Londrina, Paraná, Brasil.

Wander Rogerio Pavanelli, Universidade Estadual de Londrina

Doutor em Imunologia Básica e Aplicada pela Universidade de São Paulo. Laboratório de Parasitologia Experimental, Departamento de Ciências Patológicas, Universidade Estadual de Londrina; Londrina, Paraná, Brasil.

Ivete Conchon-Costa, Universidade Estadual de Londrina

Doutora em Microbiologia pela Universidade Estadual de Londrina. Laboratório de Parasitologia Experimental, Departamento de Ciências Patológicas, Universidade
Estadual de Londrina; Londrina, Paraná, Brasil.

Idessania Nazareth Costa, Universidade Estadual de Londrina

Doutora em Imunologia e Parasitologia Aplicadas pela Universidade Federal de Uberlândia. Laboratório de Parasitologia Experimental, Departamento de Ciências
Patológicas, Universidade Estadual de Londrina; Londrina, Paraná, Brasil.

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Publicado

2017-12-18

Como Citar

1.
Bosqui LR, Silva SS, Sanfelice RA, Miranda-Sapla MM, Alvarenga DS, Lucas BB, et al. Perfil clínico de pacientes com diagnóstico de tuberculose atendidos no Hospital Universitário de Londrina, Paraná. Semin. Cienc. Biol. Saude [Internet]. 18º de dezembro de 2017 [citado 20º de junho de 2024];38(1):89-98. Disponível em: https://ojs.uel.br/revistas/uel/index.php/seminabio/article/view/27406

Edição

Seção

Artigos