Geógrafo, doutorando em Geologia pela Universidade Federal da Bahia, professor do Instituto de Geociências da Universidade Federal da Bahia, Rua Barão de Jeremoabo, s/n, Campus Universitário de Ondina - Salvador - Bahia - Brasil, CEP: 40.170-020.
Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo.
Engenheiro Cartógrafo, mestre em Engenharia Urbana pela Universidade Federal de São Carlos, especialista ambiental na área de Planejamento Ambiental da Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo, Rua Tiradentes, 2248 Boa Vista - São José do Rio Preto/SP CEP: 15025-050.
Instituto de Geociências da Universidade Federal da Bahia
Geólogo, doutorando em Geologia pela Universidade Federal da Bahia, professor do Instituto de Geociências da Universidade Federal da Bahia, Rua Barão de Jeremoabo, s/n, Campus Universitário de Ondina - Salvador - Bahia - Brasil, CEP: 40.170-020.
Graduando em Geologia pela Universidade Federal da Bahia, Rua Barão de Jeremoabo, s/n, Campus Universitário de Ondina - Salvador - Bahia - Brasil, CEP: 40.170-020.
Graduando em Geografia pela Universidade Federal da Bahia, Rua Barão de Jeremoabo, s/n, Campus Universitário de Ondina - Salvador - Bahia - Brasil, CEP: 40.170-020.
Há décadas a principal forma de compartilhar e armazenar dados geográficos era realizada por meio de arquivos impressos e gravados em meio analógico (papel ou foto). Hoje, com a implementação dos sistemas digitais e a internet tornou isto mais prática e rápida, culminando na disseminação da informação. No Brasil, um dos órgãos responsáveis pelo mapeamento territorial é o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) que possui um sítio eletrônico no qual disponibiliza inúmeros documentos cartográficos, como por exemplo as Cartas Topográficas. Todavia, a maioria destes materiais foram confeccionados no meio analógico, sendo necessário efetuar a sua conversão para o meio digital. Este processo envolve a discretização da informação e foi realizado no modo monocromático, acarretando na separação de seu conteúdo em Fotolitos. O objetivo deste trabalho é demonstrar como adquirir este material no sítio eletrônico do IBGE e descrever o processo de conversão do meio analógico para o digital e a sua divisão em Fotolitos, bem como as normativas utilizadas na nomenclatura destes arquivos. Com isto, estes arquivos podem ser melhor aproveitados e utilizados, principalmente num banco de dados geográfico ou num Sistema de Informação Geográfica.